Economia Criativa: Conceitos e Prática - Karina Poli

Economia Criativa: Conceitos e Prática - Karina Poli

Doutora em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, possui mestrado por essa mesma instituição (2003). Desenvolve pesquisas sobre políticas públicas de cultura, economia criativa, marketing cultural, programas e projetos para viabilizar a criação, produção e distribuição de produtos culturais, Foi bolsista da FAPESP. Trabalha com desenvolvimento e produção de projetos culturais, atua como palestrante, professora, consultora em eventos e projetos que envolvem o tema sobre Música, Políticas Culturais, Financiamento á Cultura.

Informações coletadas do Lattes em 09/08/2016

2012
Doutorado em andamento em Ciências da Comunicação (Conceito CAPES 5).
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
Título: Marketing Cultural: Uma proposta de aplicação para analisar as políticas, o mercado cultural e indústria criativa no Brasil,
Orientador: Mitsuru Higuchi Yanaze.
Palavras-chave: Gestão Cultural; Marketing Cultural; Economia Criativa; Comunicação por Ação Cultural.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas
2000 - 2003
Mestrado em Ciências da Comunicação (Conceito CAPES 5).
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
Título: Patrimônio e Lugar,Ano de Obtenção: 2003.
Orientador: Mario Jorge Pires.
1995 - 1999
Graduação em História.
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil.
Título: A colonização indigena do Séc XIV.
Orientador: Rosa Rosenberg.

 

ECONOMIA CRIATIVA, UM PARADIGMA DE POLÍTICA PÚBLICA CONTEMPORÂNEO?
UMA DISCUSSÃO CONCEITUAL

 

"A  mais  óbvia  das  tensões  provocadas  pelas  diferentes  abordagens  das  indústrias  criativas  refere-se  ao  financiamento.  
A  inclusão  dos  setores  criativos  na  pasta  da  cultura  faz  parte  da  construção  de  uma  justificativa  para  as  estratégias  de  valorização da dimensão cultural do desenvolvimento, e de atração de recursos orçamentários para a pasta da cultura, tendo em vista os grandes cortes para a proteção das belas artes. A tensão se revelaria numa eventual concorrência interna pelos recursos da cultura entre as áreas tradicionais das belas artes, do patrimônio histórico, do folclore, com os novos setores  criativos e os projetos de recuperação urbana.  E permitiu que as indústrias culturais usassem argumentos para obter apoio público  para  a  formação  dos  trabalhadores  criativos,  que  originalmente  beneficiariam  as  indústrias  das  tecnologias  da  informação e da comunicação. Este argumento também teve implicações mais amplas à medida que a política de educação das universidades se apropriou do conceito no sentido de fortalecer o discurso das habilidades e incentivar a formação de  trabalhadores inovadores e criativos (Hesmondhalgh, 2007; Oliveira; Starling, 2012)".

Informação do evento

Event Date Ter, 25 Out 2016 - 9:15
Event End Date Ter, 25 Out 2016 - 11:40
Registration Start Date Qua, 05 Out 2016
Cut off date Qua, 26 Out 2016
Preço individual Free
Location Fatec Ipiranga

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